Olhava, deitado no sofá, para o teto, atento, a vislumbrar algo, a visualizar cenas de sua vida que passava tão rápida... tão lentamente. Hoje, mais rápida do que lentamente.
Lembrava da sua tragédia, a qual colocou uma barreira, um muro que limita algumas de suas vontades. Ele transpõe aquele, pelo menos tenta, pois só assim sentirá que realmente está vivendo.
Está vivendo, mas sua vida...
... A sua vida avista a morte a cada passo ilegal na realização de seus desejos proibidos.
Olhava, deitado num jardim, o céu azul, limpo... e percebeu que não importava o quanto a sua vida diminuía, pois ao ver aquela vastidão, decidiu voar o mais alto possível com as suas frágeis asas e alcançar os seus mais diversos sonhos...
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2 comentários:
Texto simples, sincero e encantador, pois retrata um momento que todos vivemos diariamente ou não... O momento no qual monologamos, filosofamos, refletimos, decidimos, construímos, sonhamos... Vivemos!
Parabéns, Roberto!
hehehe, obrigado meu caro... deixá-lo-ei aí...
abraço!
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